Mostrando postagens com marcador Jacqueline. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jacqueline. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Ausência

Tua ausência é uma tortura
Fere, machuca e maltrata
Destrói sonhos e leva à loucura
Acaba com a esperança e quase mata

Deixa um vazio imenso
É a felicidade que me abandona
E esse sofrimento intenso
Ao invés de libertar, aprisiona

Sentir tua falta é um martírio
Quero gritar mas não consigo
E em meio ao meu silêncio e delírio
Ouço apenas o eco do meu próprio grito
(Jacque)

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Não gosto de introdução


Não Gosto de introdução.
Se pudesse mudar algo, iria extinguir a introdução e minhas histórias começariam do meio.
No início tudo é muito frágil, tudo é desconhecido, e como não houvera tempo suficiente para se encantar com o personagem, basta apenas uma vírgula no lugar errado e pronto, fecha-se o livro.
O curioso é que sempre sabemos que somente decorridos alguns capítulos é que  história se torna interessante, envolvente, mas nem sempre estamos dispostos a aguardar, então simplesmente decidimos encerrar a leitura.
E assim, vão se acumulando ao longo das nossas vidas, vários livros não terminados e que talvez algum deles pudesse ter sido o que nos marcaria.
Mas, enfim, eles foram largados e ficaram esquecidos, abandonados em algum cantinho.
Decididamente não gosto de introdução.
                                                                                                                                                    (Jacque)

domingo, 5 de dezembro de 2010

O que fazer?

Quando escrevo algo que não gosto
Arranco a folha e jogo fora.
Mas, o que faço quando não gosto de alguns dias?
                                                               (Jacque)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Como a maré


Não sou igual todos os dias
Sou como a maré
Alguns dias transbordo
Outros, retraio.
                                        (Jacque)

sábado, 13 de novembro de 2010

A FELICIDADE TEM NOME


Descobri algo importante sobre a felicidade.
A felicidade pode ser um rosto, uma lembrança, um sabor, uma visão.
Pode ser o contemplar da chuva da varanda de casa ou sentir cada pingo sobre a pele.
Também pode ser admirar o pôr do sol e aguardar a lua cheia surgir majestosa.
A felicidade igualmente pode ser a presença das pessoas que apreciamos.
O olhar, o sorriso, o toque, o cheiro, a voz; ainda que por um breve espaço de tempo, mas que cada detalhe será guardado no nosso relicário para sempre.
Descobri então, que a felicidade tem nome e se chama momento.


Jacqueline Cândido